Translate - Tradutor

VISITANTES

Seguidores Amados

Pesquisar este blog

23 de fev de 2011

INSPIRAÇÃO 9



Você é único.

Ao fazer tudo para agradar o outro, você se abandona
Por Lousanne Arnoldi De Lucca


Os relacionamentos afetivos estão cercados de emoções, pensamentos, sentimentos, posturas que não são só individuais. Neles encontramos normas e valores da sociedade, da religião, dos padrões estabelecidos.

Observe como o homem entra em um relacionamento de uma forma e a mulher de outra. Quando os dois se unem, é preciso compreender que o homem e a mulher são diferentes, trabalham suas emoções e sentimentos de maneira diferente. Mas pode-se viver muito bem esta relação, pois diferenças não são defeitos, são apenas diferenças.

O ruim começa quando você quer fazer tipo para que o outro lhe dê aquilo que quer. Quando começamos o nosso joguinho de poder, a primeira coisa que vai embora é o prazer. Muitas vezes vocês estão juntos não porque se amam, mas porque o outro vendeu-lhe a possibilidade de você se sentir melhor com você mesmo ao estar com ele.

Quando muda o seu jeito de ser, fere o seu organismo e acaba doente. AH! Mas é preciso salvar a relação! É? Mas a que preço? Muitas pessoas têm um ideal na cabeça. O de como deveria ser. Tentam se encaixar num modelinho de par perfeito. Deixam que as normas profanem a relação.

Na verdade as relações ficam conturbadas quando um quer mandar mais que o outro. Um quer manipular mais que o outro. E o desejo de manipulação, de poder, é porque a pessoa acredita que sozinha ela não aguenta. Há por trás disso um medo de abandono, um sentimento de rejeição, e então se submetem por medo de perder a única pessoa que ainda fica do seu lado. Não acreditam em si mesmo, sentem-se inseguros e tentam segurar-se no outro, acreditando que o outro pode trazer a segurança que precisam.

Ao fazer tudo para agradar o outro, você se desagrada. Por medo de ficar sozinho, busca a companhia do outro e se abandona.

Para mudar esse quadro só tem um modo: encarar, confrontar, olhar onde você está se pondo, reconhecer e aceitar a própria condição. Olhar seus pontos fracos, olhar a vaidade, o orgulho, a necessidade de parecer ser algo que não é, as defesas, a vontade de ser amado, aceito, considerado. É preciso se autoescutar. Escutar o que na verdade você não está dando para você e pedindo para o outro.

Você está disposto a ser único? Está disposto a ficar do seu lado, quando o outro quer você do jeito dele? Olhe para você: Como é esse verdadeiro aí? Será que você consegue se por em primeiro lugar? Será que você é capaz de deixar o pensar do outro pelo seu? Será que você sabe olhar e perceber o seu? Será que você é capaz de abandonar a pose, o tipo que fez até hoje e bancar você?

Isso cansa, não é? O cansaço é uma forma suave de a alma falar conosco. Descubra porque está cansado. Escute você. Quando percebemos que forçamos a nossa barra, começamos a ceder, assumindo que não estamos bem e, assim, começamos a voltar para nós. Que tal você olhar para você e se dar aquilo que esta pedindo ao outro?

Relacionar-se é bom, somar é bom, mas para que isso seja verdadeiro é preciso que haja duas pessoas e não uma só, porque a outra deixou de existir para que a suposta relação permanecesse. A autopromoção interior é tirar você das suas ilusões de inferioridade. Ninguém é menos. Promover-se é se por ao lado de sua verdade. Impor-se dentro de si mesmo. Afinal de contas, você merece seu crédito, merece sua atenção e seu respeito.

INSPIRAÇÃO 8



Celebração Especial

Momento de reflexão
Por Lucimara Gallicia


Este texto foi escrito especialmente para vocês leitores, que junto conosco estão sempre à procura de mais conhecimento e maiores possibilidades de vivermos felizes.

As experiências do cotidiano serve m para nos ensinar o modo mais fácil de superarmos os conflitos, desilusões e diversos dissabores que fazem parte de nosso aprendizado.

Nessa caminhada é muito importante que cada de um de nós adquira o hábito de parar e refletir sobre as questões que nos incomodam e, principalmente, reconhecer o quanto somos capazes de modificar qualquer situação indesejável.

O início dessa reversão começa a partir do momento em que nos permitimos a essa comunicação interior; com isso, poderemos identificar com clareza, através de nossas sensações, o que realmente está acontecendo conosco. O exercício nos convida a questionarmos a razão pela qual estamos segurando emoções que nos perturbam e promovam desequilíbrios de diversos efeitos.

Nenhum de nós gosta de sentir-se menosprezado, excluído, carente de atenção e consideração, e com problemas de toda espécie; entretanto, de alguma forma, estamos criando através de nossas atitudes todos esses desconfortos. Apesar de rejeitarmos esse conceito, acabamos por vencidos quando cansamos de sofrer a repetição das situações negativas, e o desespero aponta urgência de uma transformação.

Não há outro caminho a não ser provocar em nós mesmos a ação interior que irá modificar os aspectos exteriores. Tudo aquilo que estamos recebendo de fora e nos atinge tem a ver com a maneira como estamos agindo conosco. Preste atenção na frase de sua reclamação e introjete-a para anular o efeito externo.

Digamos que você aponte que não está sendo respeitado pelos outros; pois bem, verifique se não é você que não está se dando o devido respeito. É possível que você esteja nem posicionando-se como gostaria e nem estipulando limites em sua vida. Após a observação, tente assumir uma nova postura interior, afirmando para si mesmo o quão importante é você se respeitar, atendendo suas necessidades em primeiro lugar e principalmente estipulando limites e ordem em sua vida. Assim, você poderá fazer isso com outros aspectos que surgirem, caso haja dificuldade de encontrar a causa, voltar a prestar atenção em suas sensações e expressar-se em voz alta o desconforto que está sentindo.

Com o passar dos dias, você ficará surpreso de como a situação exterior se modificou através de sua reformulação interior.

Outra dica muito especial, para que possamos neutralizar todas as crenças que geram ?faltas? em nossa vida, é pararmos e agradecermos tudo o que temos; abençoarmos a cada dia o nosso corpo, nossa casa, as pessoas com quem convivemos e todas as oportunidades de aprendizado.

Celebrar a vida é valorizar cada momento de nossa existência. Abençoe tudo e todos; assim, você criará um campo magnético fortíssimo com a energia do amor que se expandirá em sua aura, aumentando seu magnetismo positivo. Entretanto, não se esqueça que, ao expressarmos bondade e gratidão, não estaremos excluindo a postura de firmeza e respeito por nós mesmos e pelos outros.

Nesta época de fim de ano, sentimos essa energia mais presente, porque já aprendemos que, se deixarmos o negativo entrar, acabarão com os bons momentos, e a festa terminará em brigas e desencontros. Que bom seria se assim agíssemos durante todos os dias do ano! Escaparíamos de tantos dissabores...

Aproveitemos cada momento para modificarmos aquilo que nos incomoda, porque quando estamos de bem conosco, somos uma excelente companhia e passamos a receber muito mais do que imaginamos.

Celebre de forma especial, seja criativo e expresse do jeito que quiser o quanto você gosta das pessoas que convive. Dê a sua participação e compartilhe dos seus sentimentos verdadeiros com total segurança. Afinal você é muito especial!

Desejo a todos muitas alegrias para o Ano Novo!

INSPIRAÇÃO 7



Bela como as crianças

Beleza é uma atitude do espírito!
Por Luiz Gasparetto para o site M de Mulher


Dietas, tratamentos estéticos, novas tecnologias a favor da beleza? A mulher de hoje vira escrava de todo esse arsenal para conquistar a tão desejada perfeição física. Pois eu lhe digo: beleza é uma atitude do espírito! Quando você sintoniza corpo e alma, acaba desenvolvendo uma visão e audição melhores. A captação dos sentidos se estabelece quando você harmoniza seu corpo com seu lado espiritual. E quem está na harmonia está bem, está bela - é bela!

Sim, eu sei como é difícil aceitar esse conceito. Afinal, a nossa cultura dita um padrão de beleza limitadíssimo. Por isso, apenas um pequeno número de pessoas aproxima-se dele. Então, tome cuidado, não entre nessa! Caso contrário, você irá realmente se ver e sentir-se feia, agindo de acordo com essa visão. Aliás, você sabia que o modo de ver dirige a nossa vida, as nossas escolhas e as nossas atitudes? Então, trate de enxergar com os olhos do espírito. Dessa maneira, sua vida se apresentará muito mais rica e cheia de possibilidades.

É isso, pessoal, a beleza não está somente na aparência física. Está no modo como você sorri, fala, anda, se mexe, se comporta... A beleza está no modo como você é e se coloca. Sabe aquela mulher que está fora de forma, mas se sente tão bem consigo mesma que acaba conquistando o mundo? Então.

Quando há espírito e há verdade, a beleza surge. E é justamente esse tipo de beleza que precisamos atingir. Todo mundo gosta de beleza, não é mesmo? Afinal, ela traz muitas vantagens. Vamos falar a verdade: feio não tem vez neste mundo. Pergunte a qualquer um se prefere o feio ou o bonito. Todo mundo quer o bonito ? um carro, uma casa, um namorado? Imagine-se num jantar com comida à vontade: ao ver um prato bonito, você não resistirá e acabará comendo-o. É por aí.

A feiura não é um destino: é um estado de espírito. A pessoa é responsável por estar feia. E não adianta me falar que eu devo compreender. Não! De coração aberto: não posso aceitar alguém que se põe feia, que come com desleixo e se deixa levar pela ansiedade e por loucuras que lhe vêm à cabeça. Quem não se gosta e não se preserva acaba virando um trapo mesmo!

No entanto, se você passou por dificuldades, dores e sofrimentos que causaram esse estado "feio" em você, paciência. Já foi. Agora é hora de mudar. Como? Assumindo o espaço interior da beleza. Quanto mais tiver autoconfiança, mais se desinibirá. Mais ousada ficará e melhor irá sentir-se. Vamos lá, gente! Incorpore a mulher bela. Aos poucos, essa energia entrará e atuará em você. A vida começará a funcionar melhor. Pode escrever aí: você vai conseguir coisas que há anos não consegue. E, acima de tudo, passará a ser tratada como alguém de valor.

Quando você se faz bela, usa a inteligência, o bom humor e o poder de sedução. Resultado: você é coroada com graça, elegância e prosperidade. Sua relação com as pessoas também melhora no dia a dia ? seja em casa, com os amigos ou no ambiente profissional. Por outro lado, se continuar colocando-se no lugar de feia, nada funcionará, viu? Vence na vida quem ousa ir além. Então, vamos lá: realize-se!

INSPIRAÇÃO 6



Sorria!

Contagie as pessoas com sua alegria.
Por Mônica de Castro


Para o nosso dia ser mais feliz, temos de nos acostumar a sorrir, mesmo quando provocados pela agressividade do outro, que nada mais é do que um instrumento para despertar algo que precisamos ver e reconhecer em nós. É claro que é difícil sorrir quando somos agredidos, mas se não respondermos à agressão, se conseguirmos manter a serenidade e a paciência, o sorriso voltará espontaneamente, assim que o momento de tensão passar.

Precisamos acabar com o mau humor. Ele é contagiante e provém diretamente de nosso corpo emocional, que impressiona outros corpos emocionais, que estejam mais sensíveis e aptos a captá-lo. O sorriso, por outro lado, reflete um estado de espírito em alto astral e também se origina do corpo emocional, que vibra na intensidade da alegria e, consequentemente, é capaz de contagiar. Ou seja, somos capazes de enviar àqueles que nos rodeiam os sentimentos que decorrem de nosso mau humor ou de nosso sorriso. Cada um receberá essas impressões como pode, de acordo com o estado de espírito, direcionado pelo princípio das afinidades. Cabe a nós, portanto, escolher com que energias vamos nos identificar.

Sorrir sempre não significa ser dissimulado quando estamos com raiva ou com vontade de chorar. Devemos, acima de tudo, sermos sinceros conosco. O falso sorriso também não faz bem a ninguém. Precisamos aprender a vivenciar o sentimento e, quando necessário, tentar transformá-lo em algo mais positivo e saudável. Assim, se estamos com raiva, por exemplo, o melhor é reconhecê-la, assumi-la e então transformá-la. Quando aprendemos a fazer isso com simplicidade e naturalidade, esvaziamos o corpo astral e abrimos espaço para sentimentos mais felizes e capazes de restabelecer, em nós, a capacidade de sorrir.

Transformar um sentimento que nos faz mal significa levá-lo a outro extremo, ou seja, tentar fazer dele o sentimento inverso que vibra no lado oposto da mesma linha: para o ódio, amor; para tristeza, alegria; para irritação, tolerância; para inveja, admiração. E por aí vai. Nem sempre conseguimos fazer isso, contudo, o importante é tentar. Sem a tentativa, não corremos o risco de fracassar, mas também não há vitória. E quem não quer sentir-se vitorioso sobre suas próprias dificuldades? O que não podemos é deixar que as dificuldades nos vençam.

Assim, vamos compreendendo que o sorriso há de ser o nosso estado natural permanente. Feições duras, tristes, iradas, impacientes, debochadas e outras tantas, que só a natureza humana conhece, hão de ser transitórias. Por isso, é tão importante cultivarmos o sorriso. Aos pouquinhos, vamos aprendendo a substituir nossas caretas pelo exercício constante de sorrir e, em pouco tempo, descobriremos que temos o poder de decidir se queremos ou não ser afetados pelas agressões externas.

Diante da vida, exercitaremos mais o sorriso e contagiaremos aqueles que ainda não conseguiram aprender a liberar suas emoções de forma saudável, harmoniosa e feliz.

INSPIRAÇÃO 5



Livre para viver

Uma questão de estado de espírito.
Por Valcapelli para o Portal Onne


A liberdade não deveria depender das situações externas, ela pode ser constituída, na sua essência, pela condição interna. Ser livre é mais um componente do interior do que dos fatores externos, melhor dizendo, um estado de espírito. É dar vazão à expressão natural do ser, apesar de se nortear pelas condições do meio. Ela é produzida por atributos interiores e os fatores externos não a garantem, tampouco, determinam sua perda. As limitações da vida, as restrições econômicas e os limites sociais não oprimem tanto quanto as crenças limitadoras, instaladas no interior das pessoas.

Vivemos num país livre, como sugere o verso do hino da Proclamação da República, que transmite essa condição da nação brasileira: "Liberdade! Liberdade! Abre as asas sobre nós!". No entanto, isso não é suficiente para que as pessoas se sintam verdadeiramente livres. As teias emocionais instaladas no interior do ser restringem a alegria de viver.

A dependência alheia e as crenças repressoras criam um emaranhado psicoemocional conflituoso. De um lado, o ser com as suas vontades, sedento de experimentar as delícias da vida; de outro, os conceitos internalizados, tais como as crenças proibitivas e as fragilidades, que limitam a própria pessoa, promovendo uma espécie de aprisionamento emocional.

Vejamos o caso de um indivíduo de meia-idade, que já criou três filhas, todas já casadas e independentes. Ele vive com a esposa; nesse momento, vem à tona um sonho antigo do casal: de viajar pelo país, morando numa casa motorizada, levando no interior desse veículo uma motocicleta. Provavelmente, algumas pessoas comungam desse mesmo desejo.

No caso em questão, a criação de três filhas, naturalmente, restringe a liberdade do casal. Porém, existem outros fatores que restringem ainda mais a liberdade; ele pertence a uma religião com inúmeras crenças restritivas, que priorizam a instituição religiosa e a comunhão entre os seguidores. Esses conceitos restritivos podem ser um dos maiores agravantes da sensação de falta de liberdade, que é minimizada pelo intenso desejo de sair viajando pelo país, para sentir-se livre. No entanto, se não conseguir desvencilhar-se das amarras internas, nenhum movimento exterior será suficiente para que se sinta verdadeiramente livre.

Como a liberdade deveria estar calcada nos fatores internos, a mera busca exterior não é eficiente para conquistá-la. Faz-se necessário realizar um trabalho interior; de outra forma as tentativas externas resultarão em insucesso.

Aquele que sente que um relacionamento tira a sua liberdade, por exemplo, não se solta para viver um grande amor; permanece preso ao que os outros vão pensar a seu respeito; tenta agradar de todas as formas; com isso, estabelece constante vigilância quanto à maneira como se comporta perante as pessoas com quem se relaciona. Essa condição tanto sufoca o sentimento de amor, quanto prejudica a liberdade.

Não devemos, no entanto, confundir liberdade com libertinagem. O modo extravagante que algumas pessoas escolhem para viver prova a falta de fluidez emocional. Geralmente as pessoas desregradas são aquelas que não conseguem se desvencilhar das amarras da mente ou da força supressora de algumas crenças limitadoras. Sua conduta irreverente visa quebrar os paradigmas da própria mente. É a forma que elas encontraram para experimentar a sensação de serem livres. Porém, essa sensação agradável não perdura, por isso precisam estar sempre buscando novas extravagâncias. Esses comportamentos são vazios, pois partem de fora para dentro e não de dentro para fora.

INSPIRAÇÃO 4



Perca o medo de ser feliz

Você é feliz quando é autêntico e vive com a alma.
Por Luiz Gasparetto para o site M de Mulher


"Tá" aí o grande mal da vida moderna: o estresse. Há quem consiga escapar dele? Duvido. O que a gente vê por aí são pessoas agitadas, inquietas, prestes a estourar. Pois eu lhes digo que o estresse é o irmão gêmeo do medo. Ou seja, mesmo quando nada acontece, o indivíduo imagina e alimenta situações negativas. "Ah, mas será??", "E se??", "Eu não vou aguentar!". Ele se desespera, acreditando em coisas ruins e mantendo o corpo em permanente estado de alerta.

Resultado: ele fica realmente doente. A afirmação "Você está estressado e precisa descansar" é equivocada. Na verdade, a pessoa tem de sair do medo. Ela não pode se deixar levar pelas fantasias trágicas. Insisto: a chave do medo é o pensamento ruim. Você pode até me perguntar: "Mas não existem coisas perigosas?". Sim, mas o medo é uma fantasia projetada sobre o terror. Você precisa ter disciplina para controlá-lo. A capacidade imaginativa do homem é responsável pela criatividade e pela inteligência. Ela pode ser tremendamente positiva quando se está com os pés no chão.

Ela nos ajuda, por exemplo, a resolver problemas e a criar soluções inovadoras. No entanto, quando perdemos a razão, essa capacidade torna-se descontrolada. Se for para o lado ruim, a fantasia começa a crescer e assume imagens negativas, como se fossem verdadeiras. O medo anula a motivação, o prazer e a felicidade. Não é isso que você quer, certo?

Para aliviar esse estado tão incômodo que chamam de estresse, preparei uma meditação que irá equilibrá-la internamente e coroá-la com grandes doses de autoconfiança para enfrentar as mais diferentes situações. Vamos lá? Leia o texto a seguir em voz baixa:

"É muito bom estar comigo. Estou aqui, agora, focando toda a atenção sobre mim. Pensamentos, emoções e sensações podem vir, mas vou deixá-los passar para concentrar-me exclusivamente no meu eu. Quero, a partir de agora, ser minha amiga, abandonar minhas ilusões e procurar o caminho da inteligência. Sim, quero provar ao máximo a inteligência, pois sei que ela evita o sofrimento. Estou aqui para me tratar bem: não quero me depreciar ou me rotular. Quero que esse encontro comigo seja um marco em minha vida interior. A partir de agora, serei conscientemente responsável por mim. Não quero deixar simplesmente o mundo me levar. Quero parar, me educar, selecionar meus valores, observar como funciono e jamais me julgar. Nunca irei me ameaçar ou me condenar por algo que eu faça ou deixe de fazer.

Vou aliviando, agora, a pressão do perfeccionismo que exige de mim um padrão contrário a meu espírito. Ele me machuca, me entristece e me marca. Não posso permitir tal pressão. Sei que sou feliz quando sou autêntica e quando vivo com a alma. Aliás, minha alma é maravilhosa, muito sensata e sábia. Ela tem bom-senso e bons sentimentos. Somente a alma humaniza, preenche e realiza. Aí sim, sou boa e alegre, e a vida tem o seu sabor. De hoje em diante, não haverá mais culpa, dúvidas e medos. Haverá apenas a minha aceitação integral e minha cooperação comigo mesma. Eu me tornarei mais forte, capaz de passar com leveza pelas maiores dificuldades e pelos maiores desafios."

INSPIRAÇÃO 3



A consciência do perdão

Quem perdoa amplia os horizontes.
Por Valcapelli para o Portal Onne.


O ato de pedir perdão pelo que fez ou pelos exageros que cometeu deve ser acompanhado da consciência dos motivos que levaram a pessoa a proceder daquela forma. Pode-se dizer que tão importante quanto ser perdoado pelos outros é perdoar-se. Essa condição promove a libertação dos emaranhados do arrependimento e da culpa.

A pessoa que busca retratar-se com os outros, remove de seu "coração" as angústias geradas pelas ocorrências e pelo arrependimento do que fez. Também minimiza os abalos emocionais causados inclusive a si mesma. Pois a autocondenação corrói os potenciais do ser.

A consciência dos fatores que impulsionaram as ações desastrosas minimiza a angústia de quem as praticou, provocando prejuízos a outrem.

Pedir perdão a alguém é uma ação que requer que a pessoa saia da condição de superioridade e reconheça suas falhas, retratando-se com aquele que ofendeu.

Quando a pessoa consegue formular um pedido de perdão é que ela se despojou do orgulho e eliminou a vaidade, sentindo-se numa condição de igualdade com outros, passiva a erros que todos podem cometer. Só não erra quem nada faz. Aquele que se põe a realizar algo na vida está sujeito a ?escorregar? em algum momento.

Em relação à pessoa a quem o perdão é dirigido e que foi afrontada pelos episódios, no mínimo desagradáveis, podendo até ter sido agredido física ou moralmente, perdoar é um ato que anula os reflexos da situação ruim a que foi exposta.

Ao contrário do perdão que liberta quem dá e quem o recebe, a vingança é um sentimento que aprisiona emocionalmente quem se sente vítima dos acontecimentos e se põe a revidar o ocorrido. Esse procedimento só agrava a dor e o desconforto, que tiveram início em algum momento da vida, provocados por alguém que agiu de maneira exagerada, equivocada ou impensada.

Ninguém tem poder de se infiltrar no universo alheio e plantar o mal no coração. Somente a própria pessoa pode germinar a semente do mal dentro de si. Ainda que seja instigada pelos episódios exteriores, a própria pessoa é responsável por aquilo que a abalou. Mesmo sendo provenientes de outros, de alguma forma ela permitiu que as situações ruins infiltrassem em seu ser.

Portanto, quem se sente injustiçado é porque estava numa condição receptiva, de forma a permitir que os maus procedimentos alheios entrassem em seu coração.

Conceder o perdão liberta as pessoas dessas amarras instaladas em suas emoções. Perdoar é sair da esfera dos sentimentos impuros e assumir uma conduta elevada, que exige desligar-se dos inconvenientes e colocar-se fora das esferas de intrigas, tomando novos rumos na vida.

Independente de o outro merecer o perdão, quem o concede eleva-se. Remove as imperfeições. Perdoar não significa esquecer o ocorrido, mas não sofrer pelo que já aconteceu. É dar continuidade aos processos existenciais em vez de viver do passado ou arrastar os vestígios para o presente. É não fazer exatamente as mesmas coisas, mas dar-se novas oportunidades para vivenciar experiências semelhantes, porém com mais chance de dar certo. É deixar de ser empolgado e inconsequente, para tornar-se consciente dos fenômenos existenciais.

Quem perdoa amplia os horizontes e se despoja dos resquícios que engessam a contemplação da vida, atrapalhando a evolução do ser.

INSPIRAÇÃO 2



A família espiritual

Estamos todos ligados ao único Pai.
Por Mônica de Castro


A família é um dos maiores fatores de crescimento que Deus pôs à disposição do homem. É pela família que nos unimos por laços de amor ou de ódio, reforçando afinidades ou criando novas. Seja harmoniosa ou não, a família tenta nos unir para que possamos desenvolver o sentimento maior que viemos aprender na terra: o amor.

Quando nascemos, ganhamos uma família. Todos nós temos ou tivemos pais, e a primeira condição do ser humano, nesta vida, é a de filho. Sendo essa a nossa primeira condição na Terra, temos de reconhecer o esforço daqueles que nos permitiram aqui chegar. Não é por outro motivo que o Evangelho diz: "honrai vosso pai e vossa mãe".

A eles devemos, ao menos, a vida. Mas dever a vida não é simplesmente a oportunidade de estarmos aqui, neste mundo. Vai muito além disso. É por intermédio de nossos pais que começamos a realizar as experiências a que nos propusemos nesta vida. Por isso, nossos pais nos dão a vida material e a espiritual também, porque por meio deles o nosso espírito se prepara para crescer.

Seria uma ilusão falarmos que todas as famílias vêm unidas por laços de amor. Nós sabemos muito bem que muitos estão juntos por elos de ódio, ressentimento, culpa etc. Daí vêm as dificuldades. Muita gente se pergunta: por que fui nascer nesta família? Não tenho nada a ver com ninguém aqui. Tem. Se não tivesse, ia procurar outro lugar para reencarnar. Pode não ter afinidade de sentimentos ou pensamentos, mas, com certeza, possui afinidade na necessidade da experiência. Quando duas pessoas nascem na mesma família e não se dão, é porque têm em comum a experiência do aprendizado da conquista do amor, do respeito e do perdão.

Qualquer um que conviva conosco faz parte de nossa família. Temos uma família de sangue, uma no trabalho, na escola, no templo religioso. Temos um pai, uma mãe e somos todos irmãos. Por isso, podemos exercitar todos esses sentimentos uns com os outros. Diante da espiritualidade, ninguém é parente de ninguém e todo mundo é parente de todos. A família espiritual é imensa e abrange toda a humanidade, porque estamos todos ligados ao único Pai, que é Deus.

O mais importante de tudo é aprendermos o valor do amor. Seja em que família viermos, ou mesmo em família alguma. A solidão também é uma forma de aprendizado e crescimento, muitas vezes para que possamos reconhecer e dar valor aos laços de família. Quando pensamos que aqueles que caminham conosco nada têm a acrescentar em nossa vida e procuramos nos afastar ou desfazer deles, talvez tenhamos que vir sozinhos para aprender como é importante ter alguém ao nosso lado, compartilhando o mesmo teto e enfrentando os mesmos problemas. Isso fortalece os laços de família e os de amor também.

Então, que possamos todos nos amar indistintamente, para aumentarmos cada vez mais a nossa família, que formaremos com aqueles seres com quem já tivermos conquistado o verdadeiro sentimento de amor.

INSPIRAÇÃO

Fique do seu lado

Seja sempre a sua melhor amiga.
Por Luiz Gasparetto para o site M de Mulher.


Quero ensinar você a meditar para vencer as próprias resistências. A ideia é fortalecer sua autoconfiança e remover os obstáculos pessoais, internos, que minam sua realização. Para que tudo dê certo em sua vida, você precisa estar do seu lado - acima de tudo. Então, vamos lá: coloque uma música suave de fundo, relaxe e leia a meditação a seguir.

Eu tenho o bem e ele vai me envolver. Ele vai inspirar em mim os bons sentimentos, a compreensão de situações que eu não estava entendendo. O bem apontará caminhos para meus problemas. Eu cultivo a responsabilidade e quero, de verdade, melhorar. Largo o egoísmo e passo a ter uma visão mais profunda da vida. Supero o julgamento e observo melhor a natureza das coisas.

Estou despertando e quero ir pelo caminho mais prático. Eu me sinto inspirada por essa grande luz da vida. Tenho dentro de mim o empenho de acertar, a humildade de assumir meus próprios erros, o desapego. A vida me dá essa lucidez. E essa lucidez me faz perceber o que meu espírito quer.

Se eu estou falhando, meu espírito vai me mostrar. E eu vou passar a entender muita coisa. Meu espírito precisa da lucidez para se realizar, então, vou sentir a mente aberta. Digo e repito: eu sou ótima, eu não aceito a maldade que este mundo quer colocar em mim. Não aceito que apontem meus defeitos! Eu sei que tenho pontos a melhorar, mas não defeitos.

Quero desenvolver comigo uma relação forte e boa. Quero ter autoconfiança e ser quem sou. Preciso assumir o que sinto, porque quero estar firme comigo. Sei que, a partir disso, tudo dará certo. Eu sou o que sou ? basta! Não quero me condenar mais. Isso é ignorância. Quero refletir, olhar mais fundo. Não quero mais essa visão curta, achar que os outros sabem mais que eu.

Quero dizer que estou muito aberta para enxergar o que for preciso. E sei que, para ver a verdade, devo ser bastante corajosa. Não quero dar trabalho para mim mesma. Não quero escolher o caminho mais difícil. Quero apenas trabalhar o bem e aproveitar a vida. Sou da paz, da cooperação. Porque isso é uma opção. Vou optar pela mansidão e pela inteligência. É nesse clima que eu quero ficar, porque essa é minha atitude.

Poesias,Contos...Queria viver deles...

"Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador. Escrever é também abençoar uma vida que não foi abençoada."
Clarice Lispector

Volte Sempre

Sua visita me deixa muito feliz